Luiz Gama – VIDA E OBRA DO MAÇOM PATRONO DA ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA NO BRASIL

Dia 19/08/2021 ás 20h Palestra com o tema “Luiz Gama – VIDA E OBRA DO MAÇOM PATRONO DA ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA NO BRASIL”
Palestrante: Ir∴ Ney Campello – V∴ M∴ da A∴ R∴ L∴ S∴ Luiz Gama 4517 – Or∴ de Lençóis – BA.

LOJA COSMOS – 3064; Oriente: SÃO PAULO; Rito: R.E.A.A; Dias do Trabalho: QUINTAS-FEIRAS AS 20:00 HRS; Endereço Sessões: RUA AUGUSTA, 719 – SOBRELOJA – CONSOLAÇÃO – SÃO PAULO; Data Fundação: 04/07/1997

Tendo como Venerável Mestre Enio Antonio Ferigatto.

Estiveram presentes as autoridades maçônicas:- Oscimar Torres Grão-Mestre Estadual da Bahia GOB-BA, Fernando Colacioppo Secretário Geral de Comunicação e Informática Adjunto do Grande Oriente do Brasil, Munir Abdo Agamme Junior Assessor do Grão Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, Secretários Estaduais da Bahia: Secretário de Orientação Ritualística- Guilherme Aguiar Oliveira, Secretário de Planejamento e de Educação e Cultura do GOB-BA, Osnevaldo Costa Oliveira, entre outras autoridades, deputados federais, deputados estaduais, mestres instalados, mestres, companheiros e aprendizes.

Luís Gonzaga Pinto da Gama[nota 1] (Salvador, 21 de junho de 1830 – São Paulo, 24 de agosto de 1882) foi um rábula (advogado autodidata), abolicionista, orador, jornalista e escritor brasileiro e o Patrono da Abolição da Escravidão do Brasil.[2]

Nascido de mãe negra livre e pai branco, foi contudo feito escravo aos 10 anos, e permaneceu analfabeto até os 17 anos de idade. Conquistou judicialmente a própria liberdade e passou a atuar na advocacia em prol dos cativos, sendo já aos 29 anos autor consagrado e considerado “o maior abolicionista do Brasil”.[3]

Apesar de considerado um dos expoentes do romantismo,[4] obras como a “Apresentação da Poesia Brasileira”, de Manuel Bandeira, sequer mencionam seu nome.[5] Teve uma vida tão ímpar que é difícil encontrar, entre seus biógrafos, algum que não se torne passional ao retratá-lo — sendo ele próprio também carregado de paixão, emotivo e ainda cativante.[6] A despeito disto o historiador Boris Fausto declarou que era dono de uma “biografia de novela”.[7]

Foi um dos raros intelectuais negros no Brasil escravocrata do século XIX, o único autodidata e o único a ter passado pela experiência do cativeiro. Pautou sua vida na luta pela abolição da escravidão e pelo fim da monarquia no Brasil, contudo veio a morrer seis anos antes da concretização dessas causas.[8] Em 2018 seu nome foi inscrito no Livro de Aço dos heróis nacionais depositado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves.[9]

 

(A:FC/R:FC)

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fernando

Fernando Colacioppo (Coordenador da Rede Colmeia) http://redecolmeia.com.br/2019/04/11/fernando-tullio-colacioppo-sobrinho/

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