Joaquim Gonçalves Ledo faleceu na cidade de Cachoeiras de Macacu, 19 de maio de 1847


Joaquim Gonçalves Ledo
 (Rio de Janeiro11 de dezembro de 1781 — Fazenda do Sumidouro, Cachoeiras de Macacu19 de maio de 1847) foi um jornalista e político brasileiro.[1][2]primogênito do comerciante Antônio Gonçalves Ledo e de D. Maria dos Reis Ledo, era irmão de Custódio Gonçalves Ledo. Aos 14 anos, mudou-se do Brasil para estudar em Portugal e entrou na Maçonaria.[1]

Joaquim Gonçalves Ledo, por Ettore Ximenes. Monumento à Independência, São Paulo.

Retornou ao Rio de Janeiro em 1808 para assumir os negócios da família. Continuou na Maçonaria e ingressou na política, lutando a favor da independência. Tornou-se adversário de José Bonifácio de Andrada e Silva em ambas áreas.[3]

Em 15 de setembro de 1821, fundou o Revérbero Constitucional Fluminense em parceria com Januário da Cunha Barbosa.[4] Considerado um dos articuladores da Independência do Brasil, foi um dos responsáveis pelo Dia do Fico e pela convocação da Assembleia Constituinte de 1822.[5]

Casou-se com Ana Carolina de Araújo em 1833.[2] Ledo foi procurador e deputado provincial do Rio de Janeiro até 1834, quando abandonou a política e a maçonaria para viver em sua fazenda em Cachoeiras de Macacu, onde morreu aos 66 anos de ataque cardíaco.[6]

 

 

Um tríplice fraternal abraço,
Ir∴ Fernando Colacioppo (Coordenador da Rede Colmeia)
Secretário Geral de Comunicação e Informática Adj. do Grande Oriente do Brasil.

Origem: Wikipédia, a enciclopédialivre. https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Gon%C3%A7alves_Ledo


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