Ou ficar a pátria livre Ou morrer pelo Brasil.

Independência do Brasil

O Imperador Dom Pedro I, que era maçom, com o cognome de Guatimozin (nome simbólico de Guatimozim, em homenagem ao último Imperador asteca do México que resistiu em 1522 ao conquistador espanhol Cortez) e foi iniciado no Rito Adonhiramita. Os maçons, à época do domínio português e depois com os dois períodos imperiais e a subsequente proclamação da República, estiveram, sempre, à frente dos acontecimentos históricos. Quase todos os grandes personagens de destaque na História do Brasil, naquele período, eram maçons.

O quadro de Guatimozim, o último Imperador asteca do México que resistiu em 1522 ao conquistador espanhol Cortez.

Este é um dos encantos de se pertencer à maçonaria. De certa forma, é fazer parte de uma corporação que marcou sua presença nas histórias das grandes mudanças da humanidade que vão, desde antes da Revolução Francesa, até os dias hoje.

D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal (nome completo: Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon; Queluz, 12 de outubro de 1798 — Queluz, 24 de setembro de 1834) foi o primeiro imperador do Brasil (de 1822 a 1831) e 28º rei de Portugal (durante sete dias de 1826).

Denomina-se Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política desse país do reino de Portugal, no início do século XIX. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, quando ocorreu o episódio do chamado “Grito do Ipiranga”. De acordo com a história oficial, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente D. Pedro bradou perante a sua comitiva: Independência ou Morte!. Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores.

Leia na integra:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_do_Brasil

A MAÇONARIA E A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Da iniciação ao Grão-Mestrado, o certo é que o ingresso de D. Pedro na Maçonaria resultou de sua mais íntima ligação com a causa de independência.

Foram os maçons que o proclamaram Imperador e, em conseqüência, a própria libertação política do Brasil, em sessão de 20 de agosto do Grande Oriente do Brasil, quando D. Pedro se encontrava em viagem para São Paulo.

Na verdade, como afirmam em uníssono os historiadores, maçônicos e profanos, no 20 de agosto de 1822, Gonçalves Ledo propôs e se aprovou por unanimidade “que fosse inabalavelmente firmada a proclamação de nossa independência e da realeza constitucional na pessoa do augusto príncipe”.

Aliás, o próprio Ledo, em vibrante artigo no “Revérbero”, já o concitara antes: “Príncipe! Não desprezes a Glória de ser o fundador de um novo império”.

Em nota à margem do livro “História da Independência do Brasil”, de Adolfo Varnagem, escreve o Barão do Rio Branco. “No dia 23, em outra sessão, ainda presidida por Gonçalves Ledo, continuou-se a discussão. Por proposta sua, foram nomeados os emissários, que deviam ir tratar a aclamação nas diferentes províncias, entre eles, Januário Barbosa, designado para ir a Minas. João Mendes Viana, para Pernambuco, e José Gordilho de Barbuda, para a Bahia. Vários maçons ofereceram as somas necessárias para as despesas de viagem”.

Assim, na tarde de 7 de setembro de 1822, às margens do Ipiranga, D. Pedro limitou-se com seu gesto a promulgar o que já fora resolvido a 20 de agosto no Grande Oriente do Brasil.

Leia na integra:
http://www.pioneirosdebrasilia.com/A_MACONARIA_E_A_INDEPENDENCIA_DO_BRASIL.doc

Discurso Proferido por Joaquim Gonçalves Ledo na Loja Maçônica “Comércio e Artes” no Rio de Janeiro, em 20 de agosto de 1822.

Joaquim Gonçalves Ledo foi um dos maiores autores da Independência, se não o maior. A peça de arquitetura que a seguir transcrevemos do Boletim do GOB (julho/agosto, de 1963), é dirigida ao hesitante Príncipe D. Pedro e entre seus arrojados conceitos lá esta a antecipação da Doutrina de Monroe.
Veja no link: http://redecolmeia.wordpress.com/2006/12/03/deixe-sua-mensagem/#comment-14

BATALHÃO MAÇONICO EM DESFILES.

Apesar das poucas ou muitas criticas, temos visto pelo mundo desfiles de maçons, com ou sem paramentos, na Inglaterra berço da maçonaria que conhecemos, os maçons de lá fazem desfiles com mais de 200 maçons todos paramentados, no estado de São Paulo/Brasil por incentivo do irmão Gino Struffaldi (MI/33º/98 anos, já falecido), os maçons desfilam, na Av. Olavo Fontoura, 1215 – Capital – SP (Sambódromo-Anhembi) formando o chamado “Batalhão Maçônico” em 2006 participou do batalhão maçônico o Past-Grão-Mestre da Carolina do Norte (USA) Charles Albert Lewis Jr, também neste batalhão tem participado a Loja Piratininga “A Fidelíssima” (169 anos).

Lojas do GOB veja o Regulamento Geral da Federação, em seu Artigo 231, determina:

Art. 231. Em todas as Lojas do Grande Oriente do Brasil é obrigatória a realização de uma Sessão Magna, interna ou pública, na Semana da Pátria, em homenagem à Proclamação da Independência.

Parágrafo único. Duas ou mais Lojas poderão se reunir para a celebração desse objetivo.

O Dia da Pátria (também chamado Dia da Independência do Brasil ou Sete de Setembro) é um feriado nacional da pátria brasileira celebrado no dia 7 de setembro de cada ano. A data comemora a Declaração de Independência do Brasil do Império Português no dia 7 de setembro de 1822.

Dia 7 de setembro… dia da Independência.

Independência almejada por todos, mas ainda não consolidada… em quase dois séculos de lutas.

Ao desatar os laços coloniais, Dom Pedro I e a Maçonaria deram os primeiros passos, os mais importantes, em direção à liberdade.

Mas a luta pela liberdade plena continua… até os dias atuais.

Dom Pedro, como mortal, cumpriu o papel que lhe coube, e findou os seus dias aqui na Terra. A Maçonaria, eterna como instituição, continua exercendo o seu papel, a sua missão sagrada de constante vigilância, que é o preço da independência e da liberdade, ainda não totalmente alcançadas.

Nesta data, quando historiadores recordam os nossos feitos heroicos e os poetas os cantam em verso e em prosa, é nosso dever refletir, em Loja, sobre estes temas e sobre a magnitude desta data. Perguntemo-nos, nesta era de globalização da economia, nesta nova era de incertezas, quais são, onde se escondem, como agem os novos tiranos que teremos de enfrentar…

Liberdade pressupõe segurança, pressupõe direito de escolha, pressupõe oportunidade igual para todos os iguais.

Nós já alcançamos tudo isso?

Façamos uma viagem introspectiva, procurando avaliar se hoje somos independentes, se a nossa pátria, economicamente, é realmente livre.

se os nossos direitos são assegurados e falo aqui dos direitos essenciais, dos direitos mínimos necessários para que a vida decorra com dignidade.

Questionemo-nos, nesta data, sobre o papel que cabe a nós, maçons, e qual a maneira de melhor executá-lo.

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