A∴R∴L∴S∴ Cavaleiros de Baalbek Nº 4024 GOB-SP | Oriente de São Paulo.

Dia 11/04/2019, sexta feira, às 20h na Loja Cavaleiros de Baalbek nº 4024, Rito de York, R. Lisboa, 1120 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05413-001, Brasil, Sessão de iniciação do agora irmão Thiago Stteffen Tornai, tendo como Venerável Mestre Helio Carreira, estando presente as autoridades maçônicas, entre outras autoridades, deputados federais, deputados estaduais, mestres instalados: Douglas Marinheiro, mestres, companheiros e aprendizes.

ARLS “CAVALEIROS DE BAALBEK” – 4024 CAPITAL – SÃO PAULO

O estandarte há em seu topo duas espadas templários cruzadas sob a Cruz de Malta ou Cruz de São João, que com oito pontas – ou quatro, bipartidas na extremidade, é no sentido místico, a representação das forças centrípetas do espírito, bem como, São João nosso padroeiro. As espadas remetem à nossa origem junto aos cavaleiros templários. Abaixo encontram as Colunas “B” e “J”, com seus significados amplamente difundido no interior de nossas lojas, no topo delas há dois globos simbolizando o dia e a noite. O Brasão ao centro significa que tudo está entre colunas. No seu interior encontra-se um oculto número sete simbolizando a id… do M… M…, a data de fundação para que não esqueçamos o dia de nosde superar a si mesmo, mudanças, coragem para enfrentar as situações. No tarot, segundo a simbologia à luz do Graal, há uma lua crescente no céu e dois homens que trabalham anotando cálculos em um pergaminho. Esse corpo celeste é um importante símbolo para as ciências ocultas e para a deusa. (Alusão a Ísis, deusa da fertilidade…). Os homens parecem estar calculando dimensões celestiais, uma ilustração gráfica da crença esotérica de que a realidade na Terra espelha a ordem do cosmo. Essas medidas determinarão as dimensões do Templo terreno. O arquiteto do verdadeiro Templo é parte do mito original da maçonaria, cujos rituais incluem Hiran Abiff (“pedreiro” construtor do Templo de Salomão) e um clamor: “Não haverá ajuda para os filhos da viúva?” O tema recorrente da construção do verdadeiro Templo, de acordo com os princípios cósmicos da harmonia e do equilíbrio das forças, ainda permeia as doutrinas da irmandade dos maçons. Os homens na carta estão usando as formas A e V , as mesmas do compasso e do esquadro entrelaçados que se tomaram símbolos da maçonaria. Colocadas juntas, elas formam o ideograma IA , o Ave Millennium, encontrado nas marcas-d’água dos albigenses. A exagerada lua crescente simboliza o oculto – especificamente as ciências medievais da alquimia e astrologia. Há muitos sinais de que ambas estavam ligadas à construção das catedrais medievais. Pode-se até especular que os dois homens que aparecem nessa carta estejam estabelecendo uma base astrológica para uma catedral, tentando alinhá-la com sinais auspiciosos das estrelas e do cosmo, como fizeram os construtores da Igreja de São Miniato. (Igreja na Itália, com representação cósmica gravada no piso). Essa prática foi copiada de outra similar, usada pelos projetistas e arquitetos árabes na Idade Média. Eis alguns significados, e ela está lado direito, seguindo a tábua de delinear do primeiro grau. Abaixo da data e da lua, encontrasse o E… e o C…, símbolo maior de nossa Irmandade. As colunas em ruínas provém da origem de nosso nome, são as colunas Baalbek, encontradas ao norte de Damasco. Baalbek (ou Balbek) se encontra no leste do Líbano, no famoso vale de Beqa’a, entre os rios Litani e Asi (o antigo Orontes), sobre a vertente ocidental do Antilíbano. Localiza-se no cruzamento de duas rotas comerciais de importância histórica, uma entre o Mediterrâneo e a Síria Interior, e a outra entre o norte da Síria e o Norte da palestina. Está aproximadamente a 86 quilômetros de Beirute, e 56 de Damasco. Todavia hoje é um importante centro administrativo e econômico do vale de Beqa’a. Encontra-se conectado por via férrea com Beirute, Damasco e Alepo. As origens de Baalbek são obscuras. Foram realizadas tentativas tanto conjeturais como inconclusivas de identificála com Baal Gad (Josué 11–17; 13–5) ou Biqueat–Aven (Amos, 1–5). Por sua parte, Velikovski tentou identificá-la com a Dan bíblica. Foi sugerido também que em sua origem foi uma cidade fenícia, centro do culto ao deus babilônico Baal–Hadad, e seu nome significaria “Cidade de Baal”; posteriormente, os gregos assimilariam esta deidade a Helios, daí que passara a chamar-se Heliópolis. Contudo, não existe nenhuma evidência arqueológica desse suposto assentamento fenício inicial, e dada a ausência de referências nas fontes históricas de um assentamento semelhante, o mais provável é que este tenha sido um de muita pouca importância ou, muito mais provavelmente, inexistente. O nome “Baalbek”, contra o que poderia parecer, não denota uma incomensurável antiguidade. Nem foi usado durante a época romana, nem existe evidencia de que tenha sido utilizado alguma vez anteriormente a ela. Não parece muito provável que o local tenha começado a ser chamado “Baalbek” em honra a um Baal qualquer em tempos posteriores, pois então a região já havia sido cristianizada, para ser mais tarde submetida ao Islamismo. É quase certo que Baal não teve nada a ver com o nome da cidade; posteriormente à época romana o nome do lugar foi “Bal Bekaa”, que significa simplesmente “vale de Bekaa” (ou vale de Beqa’a), nome que conservou até o século XIX.

 

(A:FC/R:FC)
Ao retransmitir esta mensagem favor não retirar os créditos Assessoria de Comunicação da www.redecolmeia.com.br

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Translate
Copy Protected by Chetan's WP-Copyprotect.