Descoberta do Brasil em 22 de abril de 1500 pelo Templário Pedro Álvares de Gouveia.

O termo descoberta do Brasil se refere à chegada, em 22 de abril de 1500, da frota comandada por Pedro Alvares Cabral ao território onde hoje se encontra o Brasil. A palavra “descoberta” é usada nesse caso em uma perspectiva eurocêntrica, referindo-se estritamente à chegada de europeus às terras do atual Brasil, que já eram habitadas por vários povos indígenas.

Embora quase exclusivamente utilizado em relação à viagem de Cabral, o termo “descoberta do Brasil” também pode referir-se à suposta chegada de outros navegantes europeus antes de Cabral. Esse é o caso das possíveis expedições do espanhol Vicente Yáñez Pinzón em 26 de janeiro de 1500[1][2], e de Duarte Pacheco Pereira[3] em 1498.[4]

No dia 24 de Abril, Cabral recebeu os nativos no seu navio. Então, acompanhado de Sancho de Tovar, Simão de Miranda, Nicolau Coelho, Aires Correia e Pero Vaz de Caminha, recebeu o grupo de índios que reconheceram de imediato o ouro e a prata que se fazia surgir no navio — nomeadamente um fio de ouro de D. Pedro e um castiçal de prata — o que fez com que os portugueses inicialmente acreditassem que havia muito ouro naquela terra. Entretanto, Caminha, em sua carta,[5] confessa que não sabia dizer se os índios diziam mesmo que ali havia ouro ou se o desejo dos navegantes pelo metal era tão grande que eles não conseguiram entender diferentemente. Posteriormente, provou-se que a segunda alternativa era a verdadeira.

O encontro entre portugueses e índios também está documentado na carta escrita por Caminha. O choque cultural foi evidente. Os indígenas não reconheceram os animais que traziam os navegadores, à exceção de um papagaio que o capitão trazia consigo; ofereceram-lhes comida e vinho, os quais os índios rejeitaram. A curiosidade tocou-lhes pelos objectos não reconhecidos – como umas contas de rosário, e a surpresa dos portugueses pelos objetos reconhecidos – os metais preciosos. Fez-se curioso e absurdo aos portugueses o fato de Cabral ter vestido-se com todas as vestimentas e adornos os quais tinha direito um capitão-mor frente aos índios e estes, por sua vez, terem passado por sua frente sem diferenciá-lo dos demais tripulantes.

Extraído do site http://pt.wikipedia.org/wiki/Descoberta_do_Brasil

Pedro Álvares de Gouveia depois trocou de nome para Pedro Álvares Cabral.
Pouco se sabe ao certo a respeito da vida de Pedro Álvares Cabral antes ou depois da viagem que o levou a chegar no Brasil. Acredita-se que tenha nascido em 1467 ou 1468 — o ano anterior é o mais provável[2][3] — em Belmonte, a cerca de 30 km de distância da cidade atual da Covilhã no centro de Portugal.[1][2][4][5] Seu pai foi Fernão Álvares Cabral e sua mãe, Isabel Gouveia — um dos cinco filhos e seis filhas da família.[2][4][6] Cabral foi batizado como Pedro Álvares de Gouveia e, só anos mais tarde, supostamente após a morte de seu irmão mais velho em 1503,[4][7][8] começou a usar o sobrenome do pai.[C][6][9] O brasão de armas de sua família foi elaborado com duas cabras roxas em um campo de prata. Roxo representa fidelidade e as cabras derivam do nome de família.[2] No entanto, apenas seu irmão mais velho tinha o direito de fazer uso do brasão da família.[10]

Extraído do site http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_%C3%81lvares_Cabral

Foram os Templário que descobriram o Brasil?
A Ordem de Cristo é uma ordem religiosa e militar, criada a 14 de Março de 1319 pela Bula Papal Ad ea ex-quibus de João XXII, que, deste modo, acedia ao pedidos do rei Dom Dinis. Recebeu o nome de Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo e foi herdeira das propriedades e privilégios da Ordem do Templo (A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim “Ordo Pauperum Commilitonum Christi Templique Salominici”),[3] mais conhecida como Ordem dos Templários, Ordem do Templo (em francês “Ordre du Temple” ou “Les Templiers”) ou Cavaleiros Templários (algumas vezes chamados de: Cavaleiros de Cristo, Cavaleiros do Templo, Pobres Cavaleiros, etc).
Pessoas associadas à Ordem de Cristo Pedro Álvares Cabral (1495)

A história do Brasil começa no dia 9 de março de 1500, quando uma grande esquadra deixa Portugal… para uma longa e perigosa viagem… como diria Camões, “por mares nunca dantes navegados”.

Treze naves… 1.500 homens… e um imenso desafio.

Mas os navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:

“Navegar é preciso… viver… viver não é preciso”.

E assim… a esquadra lançou-se ao mar…

“Oceano imenso e salgado…

quanto de teu sal…

são lágrimas de Portugal.

Por te cruzarmos…

quantas mães não choraram…

quantas filhas… em vão rezaram…

quantos homens deixaram sua vida no mar…

Valeu a pena? Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena”.

Comandante Cabral.. ainda hoje… ouço tua voz:

no comando destas naves… sou maior que eu…

pois que represento um povo… gigante, heróico, varonil…

um povo que atravessa o oceano…

um povo que descobre o Brasil.

(*) Texto inspirado em frases poéticas de Fernando Pessoa

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